Há pouco mais de 20 anos, as montadoras tiveram a brilhante ideia de chamar de carros veículos feitos de folha de alumínio, plástico e um raquítico motor 1.0. Nós que estávamos acostumados a carros com motores de pelo menos 1600cc fomos meio que obrigados, da noite pro dia, a passar a primeira pra poder subir uma ladeira qualquer. A desculpa, creio, era pra vender carros mais baratos, acessíveis e econômicos. O resultado foi: carros piores, lentos, desconfortáveis (quem lembra do padrão Ghia que a Ford oferecia entenderá) e que de econômicos não tem porra nenhuma. Chegamos ao ponto de termos hoje carros “populares”...